Com mais de 3h de show, Guns N’ Roses se redime com Rock in Rio depois de seis anos

 

Voltar a 2011 era inevitável. A chuva era torrencial. O som das gotas pesadas batiam nas capas de chuva e criava um zumbido ensurdecedor. E o Guns N’ Roses nada de surgir no Palco Mundo da antiga Cidade do Rock. Era a noite de encerramento do festival, na volta ao Rio depois de dez anos. Tudo isso, toda a expectativa existia e a banda demorou o que parecia ser uma eternidade. Ele surgiram. Com Axl e um grupo que se chamava Guns N’ Roses, mas pouco se parecia com o que foi conhecido como Guns N’ Roses. Era um simulacro, a sombra de uma banda que vivera seu auge 20 anos atrás, mas definhara. A triste verdade da luta contra o tempo, implacável como sempre. E da briga de egos. Rose e Slash trocavam farpas pela imprensa, um retorno do guitarrista sempre pareceu impossível. E talvez tenham sido somente as cifras, o gigante montante de dinheiro que foi capaz de unir Rose, Slash e Duff McKagan, o baixista. O trio que forma a base do que se convencionou e se entendeu como o núcleo do Guns, voltou a sair em turnê. O trio que havia deixado de estar junto no palco em 1993 está de volta. Tocou no Brasil, inclusive, em 2016, mas a dívida com o Rock in Rio deveria ser paga.

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